Já ouviu falar em Evolução Plena?

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Eu tenho prestado muita atenção ao meu corpo e em como eu me sinto depois de algumas experiências e interações do logo do dia. Observar esses sentimentos anda me ajudando a escolher onde e com quem eu quero estar e como eu vou lidar com a energia dessas pessoas. As vezes não podemos escolher com quem estar, mas podemos controlar como a gente se sente perto dos outros. Ando consumindo muito conteúdo, mas ainda falta ajustar algumas coisas, principalmente nas relações mais próximas. E acho que um pouco de metodologia só acrescenta para quem quer ser mais técnica na hora de lidar com as emoções, coisa que eu nunca soube fazer e sempre tive preconceito do discurso. Acho que por isso fiquei muito curiosa quando vi no stories da Alessandra Levy - @atualidades_alelevy – ela falando sobre a experiência no Workshop de Evolução Plena das meninas do Projeto Wings Evolução Plena. Aqui ela contou um pouco pra gente sobre como funciona e deu algumas dicas de como já olhar para o nosso dia a dia com outros olhos.

EVOLUÇÃO PLENA

Lembro que era um domingo à noite, dia oficial de pensar na vida, que eu me inscrevi no Workshop. Ia ser um domingo inteiro, dia que passo sempre colada no meu marido e no meu filho, mas por algum motivo achei que me faria bem e fechei! Já conhecia as meninas, a Teca e a Paulinha do Instagram, e elas me passavam uma leveza e uma energia que não se vê com muita facilidade.

É engraçado o fato de eu sempre ter sido uma pessoa mais racional, bem crítica a tudo que parecesse auto-ajuda, ou que trouxesse temas como energia, gratidão, meditação ou dinâmicas coletivas. Mas o universo é bem esperto, e dá um jeito de colocar no nosso caminho aquilo que nós precisamos, basta estarmos receptivos.

Cheguei lá como as meninas pediram: com roupas confortáveis e de coração aberto! Já me surpreendi com o lugar, um refúgio de calma no meio da João Cachoeira. Fomos recebidos com chazinhos deliciosos e comidinhas naturais, além de muitos sorrisos .

Eram aproximadamente trinta pessoas, e começamos os trabalhos com uma roda, na qual cada um contou o que havia lhe trazido ali. Eu acredito que nesse momento começou uma grande terapia em grupo, na qual nos abrimos para conhecer as histórias dos outros e a sentir empatia. Aqui gostaria de fazer um parênteses sobre o outro. Vivemos na era do instagram, onde estamos o dia inteiro ligados na vida dos outros, mas o que vemos é o que as pessoas querem mostrar e não necessariamente o que elas são. Estamos ligados a muita gente, mas conectados a quase ninguém. Aí que eu comecei a ver a diferença, na roda as pessoas foram muito sinceras e se abriram, mostrando um lado mais real, mais verdadeiro.

Na sequência a Teca e a Paulinha começaram a falar do Projeto delas, o Wings. Elas criaram juntas uma espécie de metodologia que nos permite viver melhor. Para vivermos melhor precisamos estar bem em quatro níveis: material, mental, emocional e espiritual. Não quero dar spoiler de conteúdo, mas da forma que elas apresentam, fica bem fácil você perceber aonde você está “faltando” ou “errando”. O bacana do método delas é que não é só um diagnóstico que você tem, a partir daí elas apresentam ferramentas que podem ser usadas em cada nível para melhorarmos gradativamente. Entre elas estão: meditação, respiração, orações, exercícios e outros. O mais importante de tudo é que você sai de lá com várias lições de casa, o famoso “no pain, no gain”. Ninguém sai da inercia só com pensamentos e boa vontade, é preciso suar.

Vou contar um pouco da rotina que eu criei para ficar mais prático. No nível material que inclui saúde física, carreira e finanças o meu foco foi na saúde. Eu odeio exercício físico mas tenho consciência que quando faço um pouquinho o meu dia já muda. No nível mental gostaria de ser um pouco mais positiva, até porque a nossa cabeça influencia muito no resultado final de tudo. Para trabalhar esse lado criei uma oração que possa trazer justamente esse meu lado mais à tona. No nível emocional, o grande desafio é separar o que são pensamentos do que nós realmente somos e para isso práticas de respiração podem acalmar a mente e fazer essa separação. No nível espiritual, para me conectar com o que há de mais profundo, eu escolhi a meditação.

Em outros momentos do workshop, fizemos exercícios de olhar de fato para os outros e fiquei surpresa em ver quanta emoção está represada em cada um de nós. Na nossa rotina normal, é muito fácil sentir raiva no trânsito, culpar os outros sobre os nossos erros, e se acomodar num status quo, aonde não saímos do lugar. Mas temos sim, muitos sentimentos bons, que muitas vezes ficam escondidos e embaçam a nossa motivação e a nossa força. O mais incrível de tudo é que podemos e devemos sim exercitar a nossa cabeça.

Para quem quiser conhecer mais o trabalho das meninas, elas estão no instagram: @tecatoscano, @paulinhaoliveira e @wevolucaoplena.


 

Alessandra Levy del Drago - Economista, ex-banker, ex-googler, mãe e apaixonada por conhecimento. Atualmente dá palestras de Atualidades no Clube Harmonia e para grupos fechados. No Instagram @atualidades_alelevy

 

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