Millennials to the rescue

 

Muita gente tem falado de nós. O que gostamos, o que não queremos, quando vamos querer e por ai vai. Porém, tomei a liberdade de vir me impor em nome de alguns (que fique claro, não são todos) millennials. Para aqueles que não estão entendendo nada (aka baby boomers), millennials é o nome dado à geração de pessoas nascidas desde o ano de 1983. Junto a esta denominação vieram alguns estereótipos do tipo: não gostam de trabalhar, tudo tem que ser do jeito deles, marketing 360 e alguns outros exemplos da mesma variante.

Não, não vou negar que algumas destas coisas são verdade mas, quero contar o meu lado da história. Na minha percepção, há dois tipos de pessoas: aquelas que não gostam de lidar com millennials ou, aqueles que acham que somos a solução de/para tudo. Por exemplo, alguns acham que somos fonte de ideias milagrosas para qualquer crise no mercado. Outros, nos culpam pelo mal funcionamento de determinados segmentos ou cargos.

Tudo na vida é uma questão de equilíbrio e, ser millennial é uma delas. Eu, pessoalmente, almejo ter o meu próprio negócio. Neste, sonho em ter um horário e local de trabalho flexível, quero ser ouvida por todos e, as vezes, acho que entendemos mais da dinâmica atual de trabalho do que alguns mais velhos. Mas, isto de maneira alguma nos da direito de desrespeitar ou exclui o mérito daqueles que trabalham 12 horas por dia, prestam serviços para outros e, possuem uma visão mais “quadrada” de mundo. Afinal, são de outra geração.

Na edição da Glamour de fevereiro, uma reportagem muito grande falava acerca desta tão explorada geração. Enquanto eu lia a matéria e, me identificava com inúmeras coisas, mandava fotos no grupo da minha família e marcava o meu pai, o clássico homem geração X. Assim, obviamente, foi gerada uma grande discussão e discordâncias até que ele disse “não é possível, as gerações não mudam tanto assim”, mal sabe ele.

Sim, queridos gerações X, Y e Z, as coisas mudam. Nós não temos mais pressa de crescer e conquistar algumas coisas, considerada por nós, precoces. Apesar de sermos ansiosos, somos conscientes e prezamos nosso tempo livre e bem estar. Enfim, é difícil falar sobre nós mesmos e tentei ser objetiva mas, como muitos devem saber, nós perdemos o foco facilmente. 

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